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segunda-feira, 26 de novembro de 2012
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Piassa e a sua arte ao vivo...
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Quando se fala em arte contemporânea não é para designar tudo o que é produzido no momento, e sim aquilo que nos propõe um pensamento sobre a própria arte ou uma análise crítica da prática visual. Como dispositivo de pensamento, a arte interroga e atribui novos significados ao se apropriar de imagens, não só as que fazem parte da historia da arte, mas também as que habitam o cotidiano. O belo contemporâneo não busca mais o novo, nem o espanto, como as vanguardas da primeira metade deste século: propõe o estranhamento ou o questionamento da linguagem e sua leitura.Devido a essa diversidade, é difícil definir a arte contemporânea incluindo toda a arte produzida no século XX. Para alguns críticos, a característica mais importante da arte contemporânea é sua tentativa de criar pinturas e esculturas voltadas para si mesmas e, assim, distinguir-se das formas de arte anteriores, que transmitiam idéias de instituições políticas ou religiosas poderosas. Já que os artistas contemporâneos não eram mais financiados por essas instituições, tinham mais liberdade para atribuir significados pessoais às suas obras. Essa atitude é, em geral, denominada como arte pela arte, um ponto de vista quase sempre interpretado como arte sem ideologia política ou religiosa. Ainda que as instituições governamentais e religiosas não patrocinassem a maioria das artes, muitos artistas contemporâneos procuraram transmitir mensagens políticas ou espirituais.
Outra teoria defende que a arte contemporânea é rebelde por natureza e que essa rebeldia fica mais evidente na busca da originalidade e de vontade de surpreender. O termo “vanguarda”, aplicado à arte contemporânea com freqüência, vem da expressão militar avant-gard — que em francês (ver Língua francesa) significa vanguarda — e sugere o que é moderno, novo, original ou avançado. Muitos artistas do século XX tentaram redefinir o significado de arte ou ampliar a definição de modo a incluir conceitos, materiais ou técnicas jamais antes a ela associadas. Em 1917, por exemplo, o artista francês Marcel Duchamp expôs uma produção em massa de objetos utilitários, inclusive uma roda de bicicleta e um urinol, como se fossem obras de arte. Nas décadas de 1950 e de 1960, o artista americano Allan Kaprow usou seu próprio corpo como veículo artístico em espetáculos espontâneos que, segundo ele, eram representações artísticas. Nos anos 1970, o artista americano que seguia o estilo do earthwork, Robert Smithson, usou elementos do meio ambiente — terra, rochas e água — como material para suas esculturas. Como conseqüência, muitas pessoas associam a arte contemporânea com aquilo que é radical e perturbador. Ainda que a teoria da rebeldia pudesse ser aplicada para explicar a busca por originalidade que motivava um grande número de artistas do século XX, seria difícil aplicá-la a um artista como Grant Wood, cuja obra Gótico americano rejeitou claramente o exemplo da arte de vanguarda de sua época. Outra característica fundamental da arte contemporânea é o seu fascínio pela tecnologia moderna e a utilização de métodos mecânicos de reprodução, como a fotografia e a impressão tipográfica. No início da década de 1910, o artista italiano Umberto Boccioni procurou glorificar a precisão e a velocidade da era industrial em suas pinturas e esculturas. Por volta da mesma época, o pintor espanhol Pablo Picasso incorporou às suas pinturas uma nova técnica, a colagem, que usava recortes de jornais e outros materiais impressos. Seguindo a mesma linha, porém, outros artistas contemporâneos buscaram inspiração nos impulsos espontâneos da arte infantil ou na exploração das tradições estéticas tradicionais de culturas que não fossem industrializadas ou ocidentais. O artista francês Henri Matisse e o suíço Paul Klee foram influenciados por desenhos de crianças; Picasso observou de perto máscaras africanas e Pollock desenvolveu sua técnica de salpicar tinta sobre a tela, inspirando-se nas pinturas com areia dos índios norte-americanos. Sob outra perspectiva, porém, afirma-se que a motivação básica da arte contemporânea é criar um diálogo com a cultura popular.
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Com essa finalidade, Picasso colou pedaços de jornal em suas pinturas, Roy Lichtenstein transportou tanto o estilo quanto o tema das histórias em quadrinhos para suas pinturas e Andy Warhol fez a representação das sopas enlatadas Campbell. No entanto, ainda que derrubar as barreiras entre a arte de elite e a cultura popular seja algo típico de Picasso, de Lichtenstein e de Warhol, não é típico de Mondrian, Pollock ou da maioria dos abstracionistas. Cada uma dessas teorias é convincente e poderia explicar as muitas estratégias usadas pelos artistas contemporâneos. No entanto, até mesmo essa breve análise mostra que a arte do século XX é diversa demais para se encaixar em qualquer uma de suas muitas definições. Cada teoria pode contribuir para resolver uma parte do quebra-cabeça, mas nenhuma delas em separado representa a solução.
| Ultimas obras de Piassa de uma serie de 30 telas pintadas ao vivo. |
Quando se fala em arte contemporânea não é para designar tudo o que é produzido no momento, e sim aquilo que nos propõe um pensamento sobre a própria arte ou uma análise crítica da prática visual. Como dispositivo de pensamento, a arte interroga e atribui novos significados ao se apropriar de imagens, não só as que fazem parte da historia da arte, mas também as que habitam o cotidiano. O belo contemporâneo não busca mais o novo, nem o espanto, como as vanguardas da primeira metade deste século: propõe o estranhamento ou o questionamento da linguagem e sua leitura.Devido a essa diversidade, é difícil definir a arte contemporânea incluindo toda a arte produzida no século XX. Para alguns críticos, a característica mais importante da arte contemporânea é sua tentativa de criar pinturas e esculturas voltadas para si mesmas e, assim, distinguir-se das formas de arte anteriores, que transmitiam idéias de instituições políticas ou religiosas poderosas. Já que os artistas contemporâneos não eram mais financiados por essas instituições, tinham mais liberdade para atribuir significados pessoais às suas obras. Essa atitude é, em geral, denominada como arte pela arte, um ponto de vista quase sempre interpretado como arte sem ideologia política ou religiosa. Ainda que as instituições governamentais e religiosas não patrocinassem a maioria das artes, muitos artistas contemporâneos procuraram transmitir mensagens políticas ou espirituais.
O pintor russo Wassily Kandinsky, por exemplo, achou que a cor combinada com a abstração poderia expressar uma realidade espiritual fora do comum, enquanto que o pintor alemão Otto Dix criou obras de cunho abertamente político que criticavam as diretrizes do governo alemão.
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segunda-feira, 5 de novembro de 2012
David Capistrano... Escultura criada por Piassa.
Studio&Piassa® Foto: Luiz Granzotto
IX Mostra e II Prêmio "David Capistrano" de Experiências Exitosas dos Municípios. Durante a realização do XIV Congresso de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo nos dias 21 a 23 de abril de 2010, ocorrerá a IX Mostra de Experiências Exitosas dos Municípios. 
Do conjunto dos trabalhos expostos serão selecionadas dez experiências para recebimento do prêmio David Capistrano que Campinas inovara oferecendo uma Escultura em Bronze criada e desenvolvida pelo Artista Plástico e historiador Piassa, essa obra faz referencia ao abraço que a cidade de Campinas com sua visão de Vanguarda esta dando a todas as cidades do Estado de São Paulo, contemplando de forma digna a cada participante e principalmente aos premiados que levarão consigo uma escultura que agrega valores inestimáveis por se tratar de obra de arte única e assinada pelo autor da qual a matriz será destruída após a fundição.
É possível visualizar na Escultura criada por Piassa na junção do mapa de Campinas que abraça o do Estado de São Paulo a América Latina e no mapa do Estado de São Paulo com a curvatura Piassa, conseguiu extrair a silhueta de um rosto que com a boca aberta que fala ao mundo ou a nação. Este prêmio representa o reconhecimento do mérito dos atores envolvidos e é um incentivo às experiências transformadoras do SUS na gestão municipal. A solenidade de entrega dos prêmios será na cerimônia de encerramento do XIV Congresso no dia 23 de abril às 18h. 
Os trabalhos deverão revelar práticas de gestão do sistema e ou cuidado em saúde, que efetivem os princípios norteadores do SUS, ou seja, a universalidade, integralidade, eqüidade, controle e participação social.
Piassa®
Clique no link abaixo:
www.clicfolio.com/clicfolio.php?id=9500
http://twitter.com/studiopiassa
Brazil 55-019- 9722-5969 // Brazil 55-019- 8133-0020
IX Mostra e II Prêmio "David Capistrano" de Experiências Exitosas dos Municípios. Durante a realização do XIV Congresso de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo nos dias 21 a 23 de abril de 2010, ocorrerá a IX Mostra de Experiências Exitosas dos Municípios. 
Do conjunto dos trabalhos expostos serão selecionadas dez experiências para recebimento do prêmio David Capistrano que Campinas inovara oferecendo uma Escultura em Bronze criada e desenvolvida pelo Artista Plástico e historiador Piassa, essa obra faz referencia ao abraço que a cidade de Campinas com sua visão de Vanguarda esta dando a todas as cidades do Estado de São Paulo, contemplando de forma digna a cada participante e principalmente aos premiados que levarão consigo uma escultura que agrega valores inestimáveis por se tratar de obra de arte única e assinada pelo autor da qual a matriz será destruída após a fundição.
É possível visualizar na Escultura criada por Piassa na junção do mapa de Campinas que abraça o do Estado de São Paulo a América Latina e no mapa do Estado de São Paulo com a curvatura Piassa, conseguiu extrair a silhueta de um rosto que com a boca aberta que fala ao mundo ou a nação. Este prêmio representa o reconhecimento do mérito dos atores envolvidos e é um incentivo às experiências transformadoras do SUS na gestão municipal. A solenidade de entrega dos prêmios será na cerimônia de encerramento do XIV Congresso no dia 23 de abril às 18h. 
Os trabalhos deverão revelar práticas de gestão do sistema e ou cuidado em saúde, que efetivem os princípios norteadores do SUS, ou seja, a universalidade, integralidade, eqüidade, controle e participação social.
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