domingo, 17 de fevereiro de 2013

▣CLUB PIASSA®

Studio&Piassa® By CLUB PIASSA®
CLUB PIASSA®
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This community is for all artists who want to interact with other artists and disclose their work... The Club contemplates and includes all arts and all the demonstrations artistic... Are all well welcome!
We are all one...Together we are stronger...It's great to have you in the group!"I believe that love exists that is why i live without major conflicts"... Add your friends to the group: CLUB PIASSA®... Thanks for the visit, you is always welcome!

Esta comunidade é para todos os artistas que queiram interagir com outros artistas e divulgar o seu trabalho... O Clube contempla e inclui todas as artes e todas as manifestações artísticas... São todos bem vindos...
Somos todos um... Juntos somos mais fortes... É bom tê-lo no grupo! "Eu acredito que o amor existe é por isso que eu vivo sem grandes conflitos"... Adicione seus Amigos ao grupo: CLUB PIASSA®... Obrigado pela visita, você é sempre bem-vindo!
Piassa®

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segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Nós amamos este Clube e seus participantes!

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segunda-feira, 26 de novembro de 2012

ARTE PIASSA®

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sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Piassa e a sua arte ao vivo...

Studio&Piassa®
Ultimas obras de Piassa de uma serie
de 30 telas pintadas ao vivo.
Piassa...
Quando se fala em arte contemporânea não é para designar tudo o que é produzido no momento, e sim aquilo que nos propõe um pensamento sobre a própria arte ou uma análise crítica da prática visual. Como dispositivo de pensamento, a arte interroga e atribui novos significados ao se apropriar de imagens, não só as que fazem parte da historia da arte, mas também as que habitam o cotidiano. O belo contemporâneo não busca mais o novo, nem o espanto, como as vanguardas da primeira metade deste século: propõe o estranhamento ou o questionamento da linguagem e sua leitura.Devido a essa diversidade, é difícil definir a arte contemporânea incluindo toda a arte produzida no século XX. Para alguns críticos, a característica mais importante da arte contemporânea é sua tentativa de criar pinturas e esculturas voltadas para si mesmas e, assim, distinguir-se das formas de arte anteriores, que transmitiam idéias de instituições políticas ou religiosas poderosas. Já que os artistas contemporâneos não eram mais financiados por essas instituições, tinham mais liberdade para atribuir significados pessoais às suas obras. Essa atitude é, em geral, denominada como arte pela arte, um ponto de vista quase sempre interpretado como arte sem ideologia política ou religiosa. Ainda que as instituições governamentais e religiosas não patrocinassem a maioria das artes, muitos artistas contemporâneos procuraram transmitir mensagens políticas ou espirituais.
 O pintor russo Wassily Kandinsky, por exemplo, achou que a cor combinada com a abstração poderia expressar uma realidade espiritual fora do comum, enquanto que o pintor alemão Otto Dix criou obras de cunho abertamente político que criticavam as diretrizes do governo alemão.
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Outra teoria defende que a arte contemporânea é rebelde por natureza e que essa rebeldia fica mais evidente na busca da originalidade e de vontade de surpreender. O termo “vanguarda”, aplicado à arte contemporânea com freqüência, vem da expressão militar avant-gard — que em francês (ver Língua francesa) significa vanguarda — e sugere o que é moderno, novo, original ou avançado. Muitos artistas do século XX tentaram redefinir o significado de arte ou ampliar a definição de modo a incluir conceitos, materiais ou técnicas jamais antes a ela associadas. Em 1917, por exemplo, o artista francês Marcel Duchamp expôs uma produção em massa de objetos utilitários, inclusive uma roda de bicicleta e um urinol, como se fossem obras de arte. Nas décadas de 1950 e de 1960, o artista americano Allan Kaprow usou seu próprio corpo como veículo artístico em espetáculos espontâneos que, segundo ele, eram representações artísticas. Nos anos 1970, o artista americano que seguia o estilo do earthwork, Robert Smithson, usou elementos do meio ambiente — terra, rochas e água — como material para suas esculturas. Como conseqüência, muitas pessoas associam a arte contemporânea com aquilo que é radical e perturbador. Ainda que a teoria da rebeldia pudesse ser aplicada para explicar a busca por originalidade que motivava um grande número de artistas do século XX, seria difícil aplicá-la a um artista como Grant Wood, cuja obra Gótico americano rejeitou claramente o exemplo da arte de vanguarda de sua época. Outra característica fundamental da arte contemporânea é o seu fascínio pela tecnologia moderna e a utilização de métodos mecânicos de reprodução, como a fotografia e a impressão tipográfica. No início da década de 1910, o artista italiano Umberto Boccioni procurou glorificar a precisão e a velocidade da era industrial em suas pinturas e esculturas. Por volta da mesma época, o pintor espanhol Pablo Picasso incorporou às suas pinturas uma nova técnica, a colagem, que usava recortes de jornais e outros materiais impressos. Seguindo a mesma linha, porém, outros artistas contemporâneos buscaram inspiração nos impulsos espontâneos da arte infantil ou na exploração das tradições estéticas tradicionais de culturas que não fossem industrializadas ou ocidentais. O artista francês Henri Matisse e o suíço Paul Klee foram influenciados por desenhos de crianças; Picasso observou de perto máscaras africanas e Pollock desenvolveu sua técnica de salpicar tinta sobre a tela, inspirando-se nas pinturas com areia dos índios norte-americanos. Sob outra perspectiva, porém, afirma-se que a motivação básica da arte contemporânea é criar um diálogo com a cultura popular.
Studio&Piassa® 
Com essa finalidade, Picasso colou pedaços de jornal em suas pinturas, Roy Lichtenstein transportou tanto o estilo quanto o tema das histórias em quadrinhos para suas pinturas e Andy Warhol fez a representação das sopas enlatadas Campbell. No entanto, ainda que derrubar as barreiras entre a arte de elite e a cultura popular seja algo típico de Picasso, de Lichtenstein e de Warhol, não é típico de Mondrian, Pollock ou da maioria dos abstracionistas. Cada uma dessas teorias é convincente e poderia explicar as muitas estratégias usadas pelos artistas contemporâneos. No entanto, até mesmo essa breve análise mostra que a arte do século XX é diversa demais para se encaixar em qualquer uma de suas muitas definições. Cada teoria pode contribuir para resolver uma parte do quebra-cabeça, mas nenhuma delas em separado representa a solução.
Piassa®

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

David Capistrano... Escultura criada por Piassa.

Studio&Piassa® Foto: Luiz Granzotto IX Mostra e II Prêmio "David Capistrano" de Experiências Exitosas dos Municípios. Durante a realização do XIV Congresso de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo nos dias 21 a 23 de abril de 2010, ocorrerá a IX Mostra de Experiências Exitosas dos Municípios.
Do conjunto dos trabalhos expostos serão selecionadas dez experiências para recebimento do prêmio David Capistrano que Campinas inovara oferecendo uma Escultura em Bronze criada e desenvolvida pelo Artista Plástico e historiador Piassa, essa obra faz referencia ao abraço que a cidade de Campinas com sua visão de Vanguarda esta dando a todas as cidades do Estado de São Paulo, contemplando de forma digna a cada participante e principalmente aos premiados que levarão consigo uma escultura que agrega valores inestimáveis por se tratar de obra de arte única e assinada pelo autor da qual a matriz será destruída após a fundição.
É possível visualizar na Escultura criada por Piassa na junção do mapa de Campinas que abraça o do Estado de São Paulo a América Latina e no mapa do Estado de São Paulo com a curvatura Piassa, conseguiu extrair a silhueta de um rosto que com a boca aberta que fala ao mundo ou a nação. Este prêmio representa o reconhecimento do mérito dos atores envolvidos e é um incentivo às experiências transformadoras do SUS na gestão municipal. A solenidade de entrega dos prêmios será na cerimônia de encerramento do XIV Congresso no dia 23 de abril às 18h.
Os trabalhos deverão revelar práticas de gestão do sistema e ou cuidado em saúde, que efetivem os princípios norteadores do SUS, ou seja, a universalidade, integralidade, eqüidade, controle e participação social.
Piassa®


Clique no link abaixo:
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Brazil 55-019- 9722-5969 // Brazil 55-019- 8133-0020

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Thanks Campinas... Obrigado Campinas...

Studio&Piassa® By Piassa®














I thank everyone who voted and believed in Henrique Magalhães and bet on renewal... Now we go together supporting for that he face the contradictions and the challenges this great and beautiful city called Campinas... I reaffirm my confidence in and strength will of work of Henrique Magalhães that implemented a new thinking a new attitude ethics on the House floor city of Campinas. This important victory that won us all shows the strength of a collective project of love and respect for our city. Thanks to the confidence he received at the polls, your walk will begin a new stage in the House of Councillors, prioritizing ethics and the collective... Only, we are all one... But together we are stronger... Let's build with Henrique Magalhães a mandate transparent, participatory and collaborative, and you it is part fundamental in that new step... Come! 

Thank you!

Doy las gracias a todos los que votaron y creyeron en Henrique Magalhães y el compromiso de renovar ... Ahora nos vamos juntos para apoyarlo frente a las contradicciones y desafíos de esta ciudad grande y hermosa llamada Campinas ... Reafirmo mi confianza en la voluntad y la fuerza de trabajo Henrique Magalhaes, quien implementó una nueva forma de pensar acerca de una nueva actitud ética en la Cámara en la ciudad de Campinas. Esta victoria importante que nos ganó todos muestran la fuerza de un proyecto colectivo de amor y respeto por nuestra ciudad. Gracias a la confianza que recibió en las urnas, la caminata se iniciará una nueva etapa en la Cámara de Consejeros, dando prioridad a la ética y lo colectivo ... Salvo que todos somos uno ... Pero juntos somos más fuertes ... Vamos a construir un mandato con Henrique Magalhães transparentes, participativos y de colaboración, y que son una parte fundamental de esta nueva etapa ... ¡Ven!
¡Gracias!

Agradeço a todos que acreditaram e votaram em Henrique Magalhães e apostaram na renovação... Agora vamos juntos apoiando para que ele enfrente as contradições e os desafios dessa grande e bela cidade chamada Campinas... Reafirmo minha confiança na liderança e força de vontade e trabalho de Henrique Magalhães que implantara um novo pensar uma nova postura ética no plenário da Câmara municipal de Campinas. 
Essa importante vitória que todos nos conquistamos o elegendo mostra a força de um projeto coletivo de amor e respeito por nossa cidade. Graças à confiança que ele recebeu nas urnas, a sua caminhada iniciará uma nova etapa na Câmara de Vereadores, priorizando a ética e o coletivo... Só, somos todos um... Mas juntos somos mais fortes... Vamos construir com Henrique Magalhães um mandato transparente, participativo e colaborativo e você é parte fundamental nessa nova etapa... Venha!
Muito obrigado!
Piassa® 

Studio&Piassa® By Piassa®

domingo, 21 de outubro de 2012

O Pergaminho das Comunidades.

Studio&Piassa

Pedro J. Bondaczuk

A pintura foi o primeiro e magistral alfabeto criado em toda a história.. Rústica, evidentemente – como toda invenção é no seu princípio, antes que seja aperfeiçoada – primária, sem técnica (por não se dispor de instrumental adequado para sua execução), se tornou imortal em si, embora não haja imortalizado quem a executou pela primeira vez, já que é impossível de identificar esse artista pioneiro.
Mas a obra em questão identifica a comunidade em que esse criador vivia, o local onde ela habitava e, como uma espécie de “carta ao futuro” desses remotos (e geniais) ancestrais, revela, aos seus descendentes do século XXI, quais eram seus anseios básicos: alimentos, proteção e, sobretudo, comunicação.
Essa arte original, primitiva, mas que sobreviveu a milênios, chegando até nós, tinha, sim, a função primordial de comunicar. Destinava-se, basicamente, a dar ciência – à família que recém se estruturava por instinto, ao clã e à tribo – das descobertas do artista: das suas crenças, terrores, alegrias e outras tantas emoções, que se revelavam comuns a todos os membros do grupo.
Pode-se dizer, pois, que essa foi a primeira linguagem criada pelo Homo Sapiens, tão logo se deu conta de que pensava, assim que descobriu que seus semelhantes faziam o mesmo e que percebeu (ou que intuiu) que era possível estabelecer intercâmbio de conhecimentos, de experiências e de sensações com os demais.
Magnífica e fundamental percepção foi essa, que firmou, naqueles remotíssimos tempos, um marco da evolução da espécie e lançou as bases da civilização futura! Convém assinalar que, todos os alfabetos do mundo – não importa onde e nem por quem tenham sido criados – tiveram como ponto de partida a corruptela de desenhos de objetos, de animais, de acidentes geográficos etc.


Não é exagero, portanto, afirmar que a pintura foi a primeira língua humana. Nem todos, evidentemente, tinham, naquele tempo (ou têm hoje), esse talento. Não é por acaso que o pensador francês, Edgar Morin, caracteriza a cultura, em seu sentido mais amplo, como "um corpo complexo de normas, símbolos, mitos e imagens que penetram o indivíduo em sua intimidade, estruturam os instintos, orientam as emoções". E a maioria, convenhamos, não é culta.
Esta longa introdução vem a propósito da obra do artista plástico JL. Piassa, (notadamente dos seus “Pergaminhos Filosófico-Culturais”), que, em sua concepção, guarda certa semelhança com a pintura rupestre primitiva a que me referi. Esse trabalho artístico coletivo se propõe, antes de tudo, a ser, também, uma “carta para o futuro” das comunidades envolvidas, embora não para um tempo tão longo (medido em milênios) quanto o dos rústicos desenhos do Homem Sapiens da era da Pedra Lascada.
Os participantes são instados, pelo idealizador e coordenador do projeto, a expor, à sua maneira (mediante desenhos coloridos e bem-elaborados ou simples garatujas – não importa – ou, então por colagens, grafismos e outras eventuais formas) sua condição sócio-cultural atual e o que almejam para o futuro. Todos os membros de determinada comunidade têm livre acesso à participação nessa obra interativa: crianças, jovens, adultos e idosos de ambos os sexos.


Cabe, a Piassa, fazer o arremate do pergaminho, de formas a lhe dar a conotação de um objeto de arte. Feito isso, o enorme painel é enrolado. É elaborada, a seguir, uma base (igualmente com manifestações dos participantes). E, finalmente, o rolo de lona é transformado numa espécie de gigantesco monumento, em forma de totem.
A proposta é, depois de certo tempo, (que o artista determinou, aleatoriamente, que seja de 30 anos), desenrolar esse pergaminho para saber, através do que ali os participantes deixaram registrado, se eles evoluíram, ou não, econômica, social e culturalmente. Quantos dos seus objetivos foram alcançados? Qual o grau individual e/ou coletivo de progresso (ou de retrocesso) que se atingiu? Quem, e por que, não saiu do lugar em termos de evolução material e/ou cultural?

Quanto à concepção artística dos Pergaminhos Filosófico-Culturais, Piassa observa: “O que se apresenta é uma sabedoria quase física dos materiais, principalmente das cores, que funcionam por contrastes e movimentos. É uma obra executada com materiais comuns e pintada com intenção de obter relevos, e que apela ao sentido táctil. Cores exaltadas e cores tímidas convivem, sem se acomodarem. Quando se entrelaçam, compõem uma seqüência harmônica”.

Quanto à concepção filosófica, os pergaminhos são, reitero, genuínas “cartas para o futuro”. E os totens que os encerram são monumentos vivos dos anseios, dos terrores, dos sonhos e da criatividade e ânsia de comunicar pensamentos e emoções das comunidades que participam da sua elaboração. São, portanto, na minha modesta concepção, a forma mais refinada de arte, por envolver não somente um indivíduo, mas toda uma coletividade atuando de forma ordenada, interativa e, sobretudo, de intensa criatividade na elaboração de uma obra.
Pedro J. Bondaczuk
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Pedro J. Bondaczuk
Jornalista e escritor radicado em Campinas,é cronista do Planeta News e editor do espaço "Literário" do site Comunique-se.